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PANDORGA: é divertido educar

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(Artigo publicado em Outubro/2009, na Revista Profissão Mestre)

Imagine uma ferramenta com mais de 120 tipos de atividades pedagógicas divertidas e lúdicas para os alunos, fácil de usar e que contemple quase todas as áreas da educação infantil e fundamental. Agora pense que um sistema inteiro como esse está ao alcance de apenas um download, totalmente gratuito pela internet, para qualquer professor do país. Melhor ainda, até mesmo aquela escola que não tem computadores muito atualizados pode se beneficiar do programa, porque ele foi feito também com esta preocupação. O nome para tudo isso não poderia deixar de ser tão divertido quanto suas funções: Pandorga.
O termo é familiar para quem vive no Rio Grande do Sul, onde o programa foi desenvolvido: é o mesmo que pipa, cafifa, raia ou papagaio, como é chamado em outras partes do Brasil. Com o slogan “É divertido educar”, o Pandorga é, na verdade, uma distribuição do sistema operacional GNU/Linux, que reúne vários softwares livres (SL), personalizados para a educação. Em outras palavras, pode funcionar como o principal “programa” do computador. Ele substitui, por exemplo, o Windows, que a maioria das pessoas conhece. Mas quem quiser usá-lo sem ter que trocar as configurações de sua máquina, também pode.
Apesar de existir desde 2006, ele ainda é pouco conhecido entre os educadores. Para obtê-lo, basta baixar o sistema na sua  página oficial (www.pandorga.rkruger.com.br) ou no Portal do Software Público Brasileiro (veja passo a passo a seguir). A configuração mínima do computador para usar o Pandorga é K62 450 (similar ao Pentium 2), com 96Mb de RAM e 2,5Gb de disco rígido. A partir daí, o professor terá uma rica variedade de utilitários (jogos, mapas, tabelas, informações e questionários) em diferentes disciplinas. Tudo é dividido entre as séries iniciais e finais do ensino fundamental, para que o exercício esteja adequado ao nível de aprendizagem do aluno. Também há atividades para crianças a partir dos dois anos de idade.
Em matemática, por exemplo, é possível realizar desde operações simples, como soma de unidades, até equações mais complexas. Um jogo da memória pode virar uma boa forma de treinar cálculos e o quebra-cabeça, para assimilar as formas gemétricas. Uma brincadeira de forca serve para exercitar a grafia das palavras em língua portuguesa ou estrangeira. A química tem o reforço de uma Tabela Periódica cheia de links e  informações. Para as crianças menores, há inúmeras propostas que desenvolvem a coordenação motora, o raciocínio lógico e a leitura.
Listar todas as alternativas de trabalho pedagógico do Pandorga nesta reportagem é uma missão impossível, devido as suas diversas possibilidades. O educador pode navegar pelo programa e descobrir o que pode ser melhor aproveitado. É por isso que o criador e mantenedor do sistema Ranier Krüger, faz questão de frisar: “O Pandorga não tem a intenção de substituir a teoria. O professor precisa antes passar o conteúdo em sala de aula para depois praticá-lo no computador. Ele tem que fazer um planejamento primeiro, de qual atividade tem a ver com a teoria e como pretende trabalhá-lha com seus alunos”, explica.
Pensando nessa dinâmica, também foi desenvolvido um Guia Pedagógico para auxiliar o professor no uso do sistema, com sugestões e explicações. O documento pode ser obtido na página oficial do Pandorga. Segundo o especialista em Informática em Educação, Wendell Bento Geraldes, professor no Centro de Educação Profissional de Anápolis (GO), basta que o educador tenha conhecimentos básicos de informática para utilizar o programa, o que dispensa a necessidade de um monitor ou de um professor de computação para desempenhar o trabalho com os alunos.
Wendell, que também é tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas, orienta que, para maior aproveitamento do progrma, o ideal é que seja usado em turmas menores, com até 20 alunos, de preferência com um computador para cada. Em grupos maiores, o mais indicado é que haja um trabalho em duplas ou trios – com isso, é possível também estimular o trabalho colaborativo”. E se a criança tiver uma máquina em casa, por que não propor uma tarefa utilizando o Pandorga? “Pode e deve ser levado para casa na forma de Live-CD para realização de exercícios e também para que o aluno apresente o sistema a seus pais, irmãos e parentes. Neste caso, as orientações devem ser direcionadas para que a família se envolva na atividade”, sugere.
EXPERIÊNCIAS
Ranier conta que o Pandorga surgiu quando ele realizava um curso de capacitação para a Secretaria de Educação de Cachoeirinha (RS). “Eles já usavam Linux e a intenção era padronizar o laboratório a partir de uma ferramenta pedagógica”. Foram feitas entrevistas com todos os professores da rede municipal e um levantamento do que eles gostariam de trabalhar com os alunos. Após a primeira versão, o programa passou a ser divulgado para outras cidades.
Foi então que a professora Jenny Horta, de Niterói (RJ), conheceu o sistema. Na época, ela iniciava um trabalho com informática na Escola de Educação Infantil Edificar, mas sentia dificuldade em encontrar opções de softwares livres educacionais (SLE) voltados para o público infantil. “O Pandorga tem um visual fantástico e uma interface bem simples. Além disso, não só o seu idealizador, como todos do grupo do SLE, são superatenciosos e há sempre alguém que nos socorra, em caso de dificuldades. É muito importante frisar este aspecto colaborativo, porque a maior parte dos professores não tem intimidade com as tecnologias e o auxílio técnico se torna imprescindível”, afirma Jenny, que é pedagoga especialista em informática educativa.
Este é um aspecto que os entrevistados apontam como principal entrave para a difusão do Pandorga no Brasil. “Primeiro, por uma questão cultural, por preconceito de não conhecer, de não saber instalar. Por isso que a gente fez o guia e realiza palestras, além de consultoria e treinamento”, ressalta Ranier. O professor Wendell Geraldes, que é membro da Associação Software Livre de Goiás e do projeto Software Livre Educacional, completa ainda que falta capacitação de professores e divulgação do software livre entre eles.
“Quando perceberem que os recursos computacionais podem ser usados como ferramenta pedagógica, não só o Pandorga, mas outros SLEs serão popularizados. Desde 2007, ministro palestras sobre isso: a chave para divulgar o software livre nas escolas é o professor. É preciso que os cursos de pedagogia e licenciaturas revejam suas grades curriculares e incluam nelas a disciplina de informática em educação”, destaca.

PREFERÊNCIA DA GAROTADA
Na escola de Jenny, as aulas com uso de computador são ministradas uma vez por semana, com turmas de até 10 alunos, de 3 a 8 anos. O Pandorga é usado no auxílio da construção da escrita e desenvolvimento da expressão criativa e o GCompris é a ferramenta preferida das crianças. As atividades variam de acordo com os projetos, com jogos de raciocínio, palavras, memória, discriminação auditiva e visual, além de atividades mais criativas, como desenhos no TuxPaint, e exercícios de gravações em áudio e vídeo, fotografias e slides. “Tudo isso ainda pode ser publicado no blog da escola, que proporciona interação com os pais e divulga os trabalhos realizados”, comenta.
Para a professora, só o fato de haver um programa com visual adequado às crianças já é um grande estímulo para que elas produzam cada vez mais. “Os pacotes educacionais já vem prontos. As aulas ficaram mais divertidas e tivemos menos problemas técnicos, como panes, travamentos e lentidão”.

CONHEÇA ALGUMAS FERRAMENTAS DO PANDORGA
GCompris: O que é: mais de 100 atividades lúdicas para crianças de 7 a 10 anos. Apresenta jogos de entretenimento, exercícios matemáticos, de lógica, raciocínio e trabalho da coordenação motora. Disciplinas: multidisciplinar (ciências, lingua portuguesa, matemática, artes, geografia e física). Séries: iniciais.
TuxTyping: O que é: programa que treina de forma divertida a digitação e o vocabulário. As palavras começam a cair em forma de peixes e o Pinguim Tux as come se o jogador digitar corretamente. Rico em cores e efeitos sonoros. Disciplina: multidisciplinar. Séries: iniciais e finais.
KMathTest: O que é: jogo com operações de soma, subtração, multiplicação e divisão de frações, comparação de valoes e conversão. Disciplina: matemática. Séries: finais.
TuxMath: O que é: jogo interativo, no qual o pringuim terá que destruir os meteoros. Para isso, o aluno deve atiar o raio laser com a resposta correta para as operações matemáticas. Disciplina: matemática. Séries: finais.
Homem Batata: O que é: um editor de “batatas” no qual as crianças podem arrastar e soltar olhos, bocas, bigodes e outras partes da face, bem como adereços para confeccionar diferentes bonecos Homem-batata. As crianças podem ainda brincar nos ambientes de pinguis e aquários. Disciplinas: multidisciplinar e anatomia. Séries: iniciais e finais.

VEJA, PASSO A PASSO, COMO BAIXAR A FERRAMENTA:
1) Acesse o site oficial http://www.pandorga.rkruger.com.br
2) Na primeira página, do lado direito, acesse o link “Faça o download do Pandorga”
3) Clique na imagem do CD e baixe o sistema (um arquivo com extensão .iso)
4) Grave o arquivo em um CD
5) Coloque o CD em um computador e reinicie o sistema (desligue e ligue o computador)
6) Quando o computador religar, o novo sistema já começará a funcionar. A partir daí siga as indicações que estarão na tela e experimente sem medo!

Imagine uma ferramenta com mais de 120 tipos de atividades pedagógicas divertidas e lúdicas para os alunos, fácil de usar e que contemple quase

todas as áreas da educação infantil e fundamental. Agora pense que um sistema inteiro como esse está ao alcance de apenas um download,

totalmente gratuito pela internet, para qualquer professor do país. Melhor ainda, até mesmo aquela escola que não tem computadores muito

atualizados pode se beneficiar do programa, porque ele foi feito também com esta preocupação. O nome para tudo isso não poderia deixar de ser

tão divertido quanto suas funções: Pandorga.
O termo é familiar para quem vive no Rio Grande do Sul, onde o programa foi desenvolvido: é o mesmo que pipa, cafifa, raia ou papagaio, como é

chamado em outras partes do Brasil. Com o slogan “É divertido educar”, o Pandorga é, na verdade, uma distribuição do sistema operacional

GNU/Linux, que reúne vários softwares livres (SL), personalizados para a educação. Em outras palavras, pode funcionar como o principal

“programa” do computador. Ele substitui, por exemplo, o Widows, que a maioria das pessoas conhece. Mas quem quiser usá-lo sem ter que

trocar as configurações de sua máquina, também pode.
Apesar de existir desde 2006, ele ainda é pouco conhecido entre os educadores. Para obtê-lo, basta baixar o sistema na sua  página oficial

(www.pandorga.rkruger.com.br) ou no Portal do Software Público Brasileiro (veja passo a passo a seguir). A configuração mínima do computador

para usar o Pandorga é K62 450 (similar ao Pentium 2), com 96Mb de RAM e 2,5Gb de disco rígido. A partir daí, o professor terá uma rica

variedade de utilitários (jogos, mapas, tabelas, informações e questionários) em diferentes disciplinas. Tudo é dividido entre as séries iniciais e

finais do ensino fundamental, para que o exercício esteja adequado ao nível de aprendizagem do aluno. Também há atividades para crianças a

partir dos dois anos de idade.
Em matemática, por exemplo, é possível realizar desde operações simples, como soma de unidades, até equações mais complexas. Um jogo da

memória pode virar uma boa forma de treinar cálculos e o quebra-cabeça, para assimilar as formas gemétricas. Uma brincadeira de forca serve

para exercitar a grafia das palavras em língua portuguesa ou estrangeira. A química tem o reforço de uma Tabela Periódica cheia de links e

informações. Para as crianças menores, há inúmeras propostas que desenvolvem a coordenação motora, o raciocínio lógico e a leitura.
Listar todas as alternativas de trabalho pedagógico do Pandorga nesta reportagem é uma missão impossível, devido as suas diversas

possibilidades. O educador pode navegar pelo programa e descobrir o que pode ser melhor aproveitado. É por isso que o criador e mantenedor do

sistema Ranier Krüger, faz questão de frisar: “O Pandorga não tem a intenção de substituir a teoria. O professor precisa antes passar o conteúdo

em sala de aula para depois praticá-lo no computador. Ele tem que fazer um planejamento primeiro, de qual atividade tem a ver com a teoria e

como pretende trabalhá-lha com seus alunos”, explica.
Pensando nessa dinâmica, também foi desenvolvido um Guia Pedagógico para auxiliar o professor no uso do sistema, com sugestões e

explicações. O documento pode ser obtido na página oficial do Pandorga. Segundo o especialista em Informática em Educação, Wendell Bento

Geraldes, professor no Centro de Educação Profissional de Anápolis (GO), basta que o educador tenha conhecimentos básicos de informática

para utilizar o programa, o que dispensa a necessidade de um monitor ou de um professor de computação para desempenhar o trabalho com os

alunos.
Wendell, que também é tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas, orienta que, para maior aproveitamento do progrma, o ideal é que seja usado

em turmas menores, com até 20 alunos, de preferência com um computador para cada. Em grupos maiores, o mais indicado é que haja um

trabalho em duplas ou trios – com isso, é possível também estimular o trabalho colaborativo”. E se a criança tiver uma máquina em casa, por que

não propor uma tarefa utilizando o Pandorga? “Pode e deve ser levado para casa na forma de Live-CD para realização de exercícios e também para

que o aluno apresente o sistema a seus pais, irmãos e parentes. Neste caso, as orientações devem ser direcionadas para que a família se envolva

na atividade”, sugere.
EXPERIÊNCIAS
Ranier conta que o Pandorga surgiu quando ele realizava um curso de capacitação para a Secretaria de Educação de Cachoeirinha (RS). “Eles já

usavam Linux e a intenção era padronizar o laboratório a partir de uma ferramenta pedagógica”. Foram feitas entrevistas com todos os professores

da rede municipal e um levantamento do que eles gostariam de trabalhar com os alunos. Após a primeira versão, o programa passou a ser

divulgado para outras cidades.
Foi então que a professora Jenny Horta, de Niterói (RJ), conheceu o sistema. Na época, ela iniciava um trabalho com informática na Escola de

Educação Infantil Edificar, mas sentia dificuldade em encontrar opções de softwares livres educacionais (SLE) voltados para o público infantil. “O

Pandorga tem um visual fantástico e uma interface bem simples. Além disso, não só o seu idealizador, como todos do grupo do SLE, são

superatenciosos e há sempre alguém que nos socorra, em caso de dificuldades. É muito importante frisar este aspecto colaborativo, porque a

maior parte dos professores não tem intimidade com as tecnologias e o auxílio técnico se torna imprescindível”, afirma Jenny, que é pedagoga

especialista em informática educativa.
Este é um aspecto que os entrevistados apontam como principal entrave para a difusão do Pandorga no Brasil. “Primeiro, por uma questão

cultural, por preconceito de não conhecer, de não saber instalar. Por isso que a gente fez o guia e realiza palestras, além de consultoria e

treinamento”, ressalta Ranier. O professor Wendell Geraldes, que é membro da Associação Software Livre de Goiás e do projeto Software Livre

Educacional, completa ainda que falta capacitação de professores e divulgação do software livre entre eles.
“Quando perceberem que os recursos computacionais podem ser usados como ferramenta pedagógica, não só o Pandorga, mas outros SLEs

serão popularizados. Desde 2007, ministro palestras sobre isso: a chave para divulgar o software livre nas escolas é o professor. É preciso que os

cursos de pedagogia e licenciaturas revejam suas grades curriculares e incluam nelas a disciplina de informática em educação”, destaca.

PREFERÊNCIA DA GAROTADA
Na escola de Jenny, as aulas com uso de computador são ministradas uma vez por semana, com turmas de até 10 alunos, de 3 a 8 anos. O

Pandorga é usado no auxílio da construção da escrita e desenvolvimento da expressão criativa e o GCompris é a ferramenta preferida das

crianças. As atividades variam de acordo com os projetos, com jogos de raciocínio, palavras, memória, discriminação auditiva e visual, além de

atividades mais criativas, como desenhos no TuxPaint, e exercícios de gravações em áudio e vídeo, fotografias e slides. “Tudo isso ainda pode ser

publicado no blog da escola, que proporciona interação com os pais e divulga os trabalhos realizados”, comenta.
Para a professora, só o fato de haver um programa com visual adequado às crianças já é um grande estímulo para que elas produzam cada vez

mais. “Os pacotes educacionais já vem prontos. As aulas ficaram mais divertidas e tivemos menos problemas técnicos, como panes, travamentos

e lentidão”.

CONHEÇA ALGUMAS FERRAMENTAS DO PANDORGA
GCompris: O que é: mais de 100 atividades lúdicas para crianças de 7 a 10 anos. Apresenta jogos de entretenimento, exercícios matemáticos, de

lógica, raciocínio e trabalho da coordenação motora. Disciplinas: multidisciplinar (ciências, lingua portuguesa, matemática, artes, geografia e

física). Séries: iniciais.
TuxTyping: O que é: programa que treina de forma divertida a digitação e o vocabulário. As palavras começam a cair em forma de peixes e o

Pinguim Tux as come se o jogador digitar corretamente. Rico em cores e efeitos sonoros. Disciplina: multidisciplinar. Séries: iniciais e finais.
KMathTest: O que é: jogo com operações de soma, subtração, multiplicação e divisão de frações, comparação de valoes e conversão. Disciplina:

matemática. Séries: finais.
TuxMath: O que é: jogo interativo, no qual o pringuim terá que destruir os meteoros. Para isso, o aluno deve atiar o raio laser com a resposta

correta para as operações matemáticas. Disciplina: matemática. Séries: finais.
Homem Batata: O que é: um editor de “batatas” no qual as crianças podem arrastar e soltar olhos, bocas, bigodes e outras partes da face, bem

como adereços para confeccionar diferentes bonecos Homem-batata. As crianças podem ainda brincar nos ambientes de pinguis e aquários.

Disciplinas: multidisciplinar e anatomia. Séries: iniciais e finais.

VEJA, PASSO A PASSO, COMO BAIXAR A FERRAMENTA:
1) Acesse o site oficial http://www.pandorga.rkruger.com.br
2) Na primeira página, do lado direito, acesse o link “Faça o download do Pandorga”
3) Clique na imagem do CD e baixe o sistema (um arquivo com extensão .iso)
4) Grave o arquivo em um CD
5) Coloque o CD em um computador e reinicie o sistema (desligue e ligue o computador)
6) Quando o computador religar, o novo sistema já começará a funcionar. A partir daí siga as indicações que estarão na tela e experimente sem

medo!

Escrito por szalbuque

18/01/2010 em 16:06

Publicado em Artigo

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Sistema livre de Gestão Escolar

com um comentário

O sistema i-Educar, desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Itajaí, se tornou o primeiro software disponibilizado por uma prefeitura no Portal do Software Público Brasileiro. Com a iniciativa pioneira da prefeitura de Itajaí se inicia o processo de ingresso de outros municípios no Portal.

Veja aqui maiores informações sobre o i-Educar

Escrito por szalbuque

12/11/2008 em 17:18

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