Crise de autoridade
Lúcio Alves de Barros, publicou, na Revista Educação Pública (http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0248.html) um artigo sobre a crise de autoridade que vivemos dentro das famílias e das escolas.
Penso que a culpa seja, sim, em grande parte, de nós mesmos: pais e mães. Claro que não somos (todos) perversos e não desejamos criar pequenos tiranos. Mas é preciso definir prioridades em nossas vidas e assumir com firmeza o papel que nos cabe como responsáveis por aqueles que trouxemos ao mundo.
Não é tão complicado assim!
Quando meus filhos reclamam dizendo: -” Ai, mãe, você é chata!”, eu confirmo. Sou sim. Esse é meu papel como mãe. Tenho que prepará-los para viver nesse mundo, em sociedade. Não estarei para sempre aqui. Eles tem que aprender a viver de forma autônoma e a conviver com outras pessoas da melhor maneira possível. Então precisam aprender o que é certo e o que é errado. Ora bolas! O que tem de tão difícil nisso, gente?
E não venham me dizer que não têm tempo para educar os filhos… isso é papo furado, me desculpem! Se não querem educá-los não os tenham!
Não podemos deixar essa tarefa para a escola. A escola é somente uma parte da vida e não tem capacidade para completar, sozinha, a dura tarefa da educação.
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A biblio só disponibiliza obras completas, em português e cujo autor tenha falecido há mais de 70 anos, conforme determina a Lei de Domínio Público.
PANDORGA: é divertido educar
(Artigo publicado em Outubro/2009, na Revista Profissão Mestre)
Imagine uma ferramenta com mais de 120 tipos de atividades pedagógicas divertidas e lúdicas para os alunos, fácil de usar e que contemple quase todas as áreas da educação infantil e fundamental. Agora pense que um sistema inteiro como esse está ao alcance de apenas um download, totalmente gratuito pela internet, para qualquer professor do país. Melhor ainda, até mesmo aquela escola que não tem computadores muito atualizados pode se beneficiar do programa, porque ele foi feito também com esta preocupação. O nome para tudo isso não poderia deixar de ser tão divertido quanto suas funções: Pandorga.
O termo é familiar para quem vive no Rio Grande do Sul, onde o programa foi desenvolvido: é o mesmo que pipa, cafifa, raia ou papagaio, como é chamado em outras partes do Brasil. Com o slogan “É divertido educar”, o Pandorga é, na verdade, uma distribuição do sistema operacional GNU/Linux, que reúne vários softwares livres (SL), personalizados para a educação. Em outras palavras, pode funcionar como o principal “programa” do computador. Ele substitui, por exemplo, o Windows, que a maioria das pessoas conhece. Mas quem quiser usá-lo sem ter que trocar as configurações de sua máquina, também pode.
Apesar de existir desde 2006, ele ainda é pouco conhecido entre os educadores. Para obtê-lo, basta baixar o sistema na sua página oficial (www.pandorga.rkruger.com.br) ou no Portal do Software Público Brasileiro (veja passo a passo a seguir). A configuração mínima do computador para usar o Pandorga é K62 450 (similar ao Pentium 2), com 96Mb de RAM e 2,5Gb de disco rígido. A partir daí, o professor terá uma rica variedade de utilitários (jogos, mapas, tabelas, informações e questionários) em diferentes disciplinas. Tudo é dividido entre as séries iniciais e finais do ensino fundamental, para que o exercício esteja adequado ao nível de aprendizagem do aluno. Também há atividades para crianças a partir dos dois anos de idade.
Em matemática, por exemplo, é possível realizar desde operações simples, como soma de unidades, até equações mais complexas. Um jogo da memória pode virar uma boa forma de treinar cálculos e o quebra-cabeça, para assimilar as formas gemétricas. Uma brincadeira de forca serve para exercitar a grafia das palavras em língua portuguesa ou estrangeira. A química tem o reforço de uma Tabela Periódica cheia de links e informações. Para as crianças menores, há inúmeras propostas que desenvolvem a coordenação motora, o raciocínio lógico e a leitura.
Listar todas as alternativas de trabalho pedagógico do Pandorga nesta reportagem é uma missão impossível, devido as suas diversas possibilidades. O educador pode navegar pelo programa e descobrir o que pode ser melhor aproveitado. É por isso que o criador e mantenedor do sistema Ranier Krüger, faz questão de frisar: “O Pandorga não tem a intenção de substituir a teoria. O professor precisa antes passar o conteúdo em sala de aula para depois praticá-lo no computador. Ele tem que fazer um planejamento primeiro, de qual atividade tem a ver com a teoria e como pretende trabalhá-lha com seus alunos”, explica.
Pensando nessa dinâmica, também foi desenvolvido um Guia Pedagógico para auxiliar o professor no uso do sistema, com sugestões e explicações. O documento pode ser obtido na página oficial do Pandorga. Segundo o especialista em Informática em Educação, Wendell Bento Geraldes, professor no Centro de Educação Profissional de Anápolis (GO), basta que o educador tenha conhecimentos básicos de informática para utilizar o programa, o que dispensa a necessidade de um monitor ou de um professor de computação para desempenhar o trabalho com os alunos.
Wendell, que também é tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas, orienta que, para maior aproveitamento do progrma, o ideal é que seja usado em turmas menores, com até 20 alunos, de preferência com um computador para cada. Em grupos maiores, o mais indicado é que haja um trabalho em duplas ou trios – com isso, é possível também estimular o trabalho colaborativo”. E se a criança tiver uma máquina em casa, por que não propor uma tarefa utilizando o Pandorga? “Pode e deve ser levado para casa na forma de Live-CD para realização de exercícios e também para que o aluno apresente o sistema a seus pais, irmãos e parentes. Neste caso, as orientações devem ser direcionadas para que a família se envolva na atividade”, sugere.
EXPERIÊNCIAS
Ranier conta que o Pandorga surgiu quando ele realizava um curso de capacitação para a Secretaria de Educação de Cachoeirinha (RS). “Eles já usavam Linux e a intenção era padronizar o laboratório a partir de uma ferramenta pedagógica”. Foram feitas entrevistas com todos os professores da rede municipal e um levantamento do que eles gostariam de trabalhar com os alunos. Após a primeira versão, o programa passou a ser divulgado para outras cidades.
Foi então que a professora Jenny Horta, de Niterói (RJ), conheceu o sistema. Na época, ela iniciava um trabalho com informática na Escola de Educação Infantil Edificar, mas sentia dificuldade em encontrar opções de softwares livres educacionais (SLE) voltados para o público infantil. “O Pandorga tem um visual fantástico e uma interface bem simples. Além disso, não só o seu idealizador, como todos do grupo do SLE, são superatenciosos e há sempre alguém que nos socorra, em caso de dificuldades. É muito importante frisar este aspecto colaborativo, porque a maior parte dos professores não tem intimidade com as tecnologias e o auxílio técnico se torna imprescindível”, afirma Jenny, que é pedagoga especialista em informática educativa.
Este é um aspecto que os entrevistados apontam como principal entrave para a difusão do Pandorga no Brasil. “Primeiro, por uma questão cultural, por preconceito de não conhecer, de não saber instalar. Por isso que a gente fez o guia e realiza palestras, além de consultoria e treinamento”, ressalta Ranier. O professor Wendell Geraldes, que é membro da Associação Software Livre de Goiás e do projeto Software Livre Educacional, completa ainda que falta capacitação de professores e divulgação do software livre entre eles.
“Quando perceberem que os recursos computacionais podem ser usados como ferramenta pedagógica, não só o Pandorga, mas outros SLEs serão popularizados. Desde 2007, ministro palestras sobre isso: a chave para divulgar o software livre nas escolas é o professor. É preciso que os cursos de pedagogia e licenciaturas revejam suas grades curriculares e incluam nelas a disciplina de informática em educação”, destaca.
PREFERÊNCIA DA GAROTADA
Na escola de Jenny, as aulas com uso de computador são ministradas uma vez por semana, com turmas de até 10 alunos, de 3 a 8 anos. O Pandorga é usado no auxílio da construção da escrita e desenvolvimento da expressão criativa e o GCompris é a ferramenta preferida das crianças. As atividades variam de acordo com os projetos, com jogos de raciocínio, palavras, memória, discriminação auditiva e visual, além de atividades mais criativas, como desenhos no TuxPaint, e exercícios de gravações em áudio e vídeo, fotografias e slides. “Tudo isso ainda pode ser publicado no blog da escola, que proporciona interação com os pais e divulga os trabalhos realizados”, comenta.
Para a professora, só o fato de haver um programa com visual adequado às crianças já é um grande estímulo para que elas produzam cada vez mais. “Os pacotes educacionais já vem prontos. As aulas ficaram mais divertidas e tivemos menos problemas técnicos, como panes, travamentos e lentidão”.
CONHEÇA ALGUMAS FERRAMENTAS DO PANDORGA
GCompris: O que é: mais de 100 atividades lúdicas para crianças de 7 a 10 anos. Apresenta jogos de entretenimento, exercícios matemáticos, de lógica, raciocínio e trabalho da coordenação motora. Disciplinas: multidisciplinar (ciências, lingua portuguesa, matemática, artes, geografia e física). Séries: iniciais.
TuxTyping: O que é: programa que treina de forma divertida a digitação e o vocabulário. As palavras começam a cair em forma de peixes e o Pinguim Tux as come se o jogador digitar corretamente. Rico em cores e efeitos sonoros. Disciplina: multidisciplinar. Séries: iniciais e finais.
KMathTest: O que é: jogo com operações de soma, subtração, multiplicação e divisão de frações, comparação de valoes e conversão. Disciplina: matemática. Séries: finais.
TuxMath: O que é: jogo interativo, no qual o pringuim terá que destruir os meteoros. Para isso, o aluno deve atiar o raio laser com a resposta correta para as operações matemáticas. Disciplina: matemática. Séries: finais.
Homem Batata: O que é: um editor de “batatas” no qual as crianças podem arrastar e soltar olhos, bocas, bigodes e outras partes da face, bem como adereços para confeccionar diferentes bonecos Homem-batata. As crianças podem ainda brincar nos ambientes de pinguis e aquários. Disciplinas: multidisciplinar e anatomia. Séries: iniciais e finais.
VEJA, PASSO A PASSO, COMO BAIXAR A FERRAMENTA:
1) Acesse o site oficial http://www.pandorga.rkruger.com.br
2) Na primeira página, do lado direito, acesse o link “Faça o download do Pandorga”
3) Clique na imagem do CD e baixe o sistema (um arquivo com extensão .iso)
4) Grave o arquivo em um CD
5) Coloque o CD em um computador e reinicie o sistema (desligue e ligue o computador)
6) Quando o computador religar, o novo sistema já começará a funcionar. A partir daí siga as indicações que estarão na tela e experimente sem medo!
todas as áreas da educação infantil e fundamental. Agora pense que um sistema inteiro como esse está ao alcance de apenas um download,
totalmente gratuito pela internet, para qualquer professor do país. Melhor ainda, até mesmo aquela escola que não tem computadores muito
atualizados pode se beneficiar do programa, porque ele foi feito também com esta preocupação. O nome para tudo isso não poderia deixar de ser
tão divertido quanto suas funções: Pandorga.
O termo é familiar para quem vive no Rio Grande do Sul, onde o programa foi desenvolvido: é o mesmo que pipa, cafifa, raia ou papagaio, como é
chamado em outras partes do Brasil. Com o slogan “É divertido educar”, o Pandorga é, na verdade, uma distribuição do sistema operacional
GNU/Linux, que reúne vários softwares livres (SL), personalizados para a educação. Em outras palavras, pode funcionar como o principal
“programa” do computador. Ele substitui, por exemplo, o Widows, que a maioria das pessoas conhece. Mas quem quiser usá-lo sem ter que
trocar as configurações de sua máquina, também pode.
Apesar de existir desde 2006, ele ainda é pouco conhecido entre os educadores. Para obtê-lo, basta baixar o sistema na sua página oficial
(www.pandorga.rkruger.com.br) ou no Portal do Software Público Brasileiro (veja passo a passo a seguir). A configuração mínima do computador
para usar o Pandorga é K62 450 (similar ao Pentium 2), com 96Mb de RAM e 2,5Gb de disco rígido. A partir daí, o professor terá uma rica
variedade de utilitários (jogos, mapas, tabelas, informações e questionários) em diferentes disciplinas. Tudo é dividido entre as séries iniciais e
finais do ensino fundamental, para que o exercício esteja adequado ao nível de aprendizagem do aluno. Também há atividades para crianças a
partir dos dois anos de idade.
Em matemática, por exemplo, é possível realizar desde operações simples, como soma de unidades, até equações mais complexas. Um jogo da
memória pode virar uma boa forma de treinar cálculos e o quebra-cabeça, para assimilar as formas gemétricas. Uma brincadeira de forca serve
para exercitar a grafia das palavras em língua portuguesa ou estrangeira. A química tem o reforço de uma Tabela Periódica cheia de links e
informações. Para as crianças menores, há inúmeras propostas que desenvolvem a coordenação motora, o raciocínio lógico e a leitura.
Listar todas as alternativas de trabalho pedagógico do Pandorga nesta reportagem é uma missão impossível, devido as suas diversas
possibilidades. O educador pode navegar pelo programa e descobrir o que pode ser melhor aproveitado. É por isso que o criador e mantenedor do
sistema Ranier Krüger, faz questão de frisar: “O Pandorga não tem a intenção de substituir a teoria. O professor precisa antes passar o conteúdo
em sala de aula para depois praticá-lo no computador. Ele tem que fazer um planejamento primeiro, de qual atividade tem a ver com a teoria e
como pretende trabalhá-lha com seus alunos”, explica.
Pensando nessa dinâmica, também foi desenvolvido um Guia Pedagógico para auxiliar o professor no uso do sistema, com sugestões e
explicações. O documento pode ser obtido na página oficial do Pandorga. Segundo o especialista em Informática em Educação, Wendell Bento
Geraldes, professor no Centro de Educação Profissional de Anápolis (GO), basta que o educador tenha conhecimentos básicos de informática
para utilizar o programa, o que dispensa a necessidade de um monitor ou de um professor de computação para desempenhar o trabalho com os
alunos.
Wendell, que também é tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas, orienta que, para maior aproveitamento do progrma, o ideal é que seja usado
em turmas menores, com até 20 alunos, de preferência com um computador para cada. Em grupos maiores, o mais indicado é que haja um
trabalho em duplas ou trios – com isso, é possível também estimular o trabalho colaborativo”. E se a criança tiver uma máquina em casa, por que
não propor uma tarefa utilizando o Pandorga? “Pode e deve ser levado para casa na forma de Live-CD para realização de exercícios e também para
que o aluno apresente o sistema a seus pais, irmãos e parentes. Neste caso, as orientações devem ser direcionadas para que a família se envolva
na atividade”, sugere.
EXPERIÊNCIAS
Ranier conta que o Pandorga surgiu quando ele realizava um curso de capacitação para a Secretaria de Educação de Cachoeirinha (RS). “Eles já
usavam Linux e a intenção era padronizar o laboratório a partir de uma ferramenta pedagógica”. Foram feitas entrevistas com todos os professores
da rede municipal e um levantamento do que eles gostariam de trabalhar com os alunos. Após a primeira versão, o programa passou a ser
divulgado para outras cidades.
Foi então que a professora Jenny Horta, de Niterói (RJ), conheceu o sistema. Na época, ela iniciava um trabalho com informática na Escola de
Educação Infantil Edificar, mas sentia dificuldade em encontrar opções de softwares livres educacionais (SLE) voltados para o público infantil. “O
Pandorga tem um visual fantástico e uma interface bem simples. Além disso, não só o seu idealizador, como todos do grupo do SLE, são
superatenciosos e há sempre alguém que nos socorra, em caso de dificuldades. É muito importante frisar este aspecto colaborativo, porque a
maior parte dos professores não tem intimidade com as tecnologias e o auxílio técnico se torna imprescindível”, afirma Jenny, que é pedagoga
especialista em informática educativa.
Este é um aspecto que os entrevistados apontam como principal entrave para a difusão do Pandorga no Brasil. “Primeiro, por uma questão
cultural, por preconceito de não conhecer, de não saber instalar. Por isso que a gente fez o guia e realiza palestras, além de consultoria e
treinamento”, ressalta Ranier. O professor Wendell Geraldes, que é membro da Associação Software Livre de Goiás e do projeto Software Livre
Educacional, completa ainda que falta capacitação de professores e divulgação do software livre entre eles.
“Quando perceberem que os recursos computacionais podem ser usados como ferramenta pedagógica, não só o Pandorga, mas outros SLEs
serão popularizados. Desde 2007, ministro palestras sobre isso: a chave para divulgar o software livre nas escolas é o professor. É preciso que os
cursos de pedagogia e licenciaturas revejam suas grades curriculares e incluam nelas a disciplina de informática em educação”, destaca.
PREFERÊNCIA DA GAROTADA
Na escola de Jenny, as aulas com uso de computador são ministradas uma vez por semana, com turmas de até 10 alunos, de 3 a 8 anos. O
Pandorga é usado no auxílio da construção da escrita e desenvolvimento da expressão criativa e o GCompris é a ferramenta preferida das
crianças. As atividades variam de acordo com os projetos, com jogos de raciocínio, palavras, memória, discriminação auditiva e visual, além de
atividades mais criativas, como desenhos no TuxPaint, e exercícios de gravações em áudio e vídeo, fotografias e slides. “Tudo isso ainda pode ser
publicado no blog da escola, que proporciona interação com os pais e divulga os trabalhos realizados”, comenta.
Para a professora, só o fato de haver um programa com visual adequado às crianças já é um grande estímulo para que elas produzam cada vez
mais. “Os pacotes educacionais já vem prontos. As aulas ficaram mais divertidas e tivemos menos problemas técnicos, como panes, travamentos
e lentidão”.
CONHEÇA ALGUMAS FERRAMENTAS DO PANDORGA
GCompris: O que é: mais de 100 atividades lúdicas para crianças de 7 a 10 anos. Apresenta jogos de entretenimento, exercícios matemáticos, de
lógica, raciocínio e trabalho da coordenação motora. Disciplinas: multidisciplinar (ciências, lingua portuguesa, matemática, artes, geografia e
física). Séries: iniciais.
TuxTyping: O que é: programa que treina de forma divertida a digitação e o vocabulário. As palavras começam a cair em forma de peixes e o
Pinguim Tux as come se o jogador digitar corretamente. Rico em cores e efeitos sonoros. Disciplina: multidisciplinar. Séries: iniciais e finais.
KMathTest: O que é: jogo com operações de soma, subtração, multiplicação e divisão de frações, comparação de valoes e conversão. Disciplina:
matemática. Séries: finais.
TuxMath: O que é: jogo interativo, no qual o pringuim terá que destruir os meteoros. Para isso, o aluno deve atiar o raio laser com a resposta
correta para as operações matemáticas. Disciplina: matemática. Séries: finais.
Homem Batata: O que é: um editor de “batatas” no qual as crianças podem arrastar e soltar olhos, bocas, bigodes e outras partes da face, bem
como adereços para confeccionar diferentes bonecos Homem-batata. As crianças podem ainda brincar nos ambientes de pinguis e aquários.
Disciplinas: multidisciplinar e anatomia. Séries: iniciais e finais.
VEJA, PASSO A PASSO, COMO BAIXAR A FERRAMENTA:
1) Acesse o site oficial http://www.pandorga.rkruger.com.br
2) Na primeira página, do lado direito, acesse o link “Faça o download do Pandorga”
3) Clique na imagem do CD e baixe o sistema (um arquivo com extensão .iso)
4) Grave o arquivo em um CD
5) Coloque o CD em um computador e reinicie o sistema (desligue e ligue o computador)
6) Quando o computador religar, o novo sistema já começará a funcionar. A partir daí siga as indicações que estarão na tela e experimente sem
medo!
Cefet de Nova Friburgo abre 80 vagas para Gestão de Turismo e Licenciatura em Física
O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ) lançou edital com as normas e procedimentos para ingresso nos cursos de graduação (engenharias, administração industrial, licenciatura em física e cursos superiores de tecnologia) das unidades de ensino do Maracanã, Nova Iguaçu, Nova Friburgo e Petrópolis, para este 1º semestre de 2010.
O Cefet utilizará o novo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como fase única de seleção para o ingresso nos cursos de graduação de suas diferentes unidades. As vagas estão abertas aos portadores do certificado de conclusão do ensino médio ou de curso equivalente e serão preenchidas em ordem decrescente do total de pontos obtidos nas provas do Enem 2009.
Em Nova Friburgo, estão disponíveis os cursos Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo e Licenciatura em Física. Ambos têm aulas no período noturno e oferecem 40 vagas cada.
Os candidatos interessados às vagas disponibilizadas no edital deverão fazer sua inscrição no Sistema de Seleção Unificado (Sisu), nas datas estipuladas. Confira o edital completo em http://noticias.cefet-rj.br/2009/12/30/edital-para-ingresso-nos-cursos-de-graduacao-do-cefetrj-em-2010/trackback/
Centro de Formação Profissional inscreve a partir do dia 04 para cursos gratuitos do primeiro semestre
O Centro de Formação Profissional e de Transferência de Tecnologia para a Indústria do Vestuário está com inscrições abertas entre os dias 04 e 15 de janeiro de 2010, para todos os cursos a serem realizados durante o primeiro semestre deste ano. O Centro passará a ser administrado pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Profissionalizante e Superior, criada pela reforma administrativa, que começou a vigorar desde o dia 1º de janeiro.
Segundo a subsecretária, Vania Maria da Silva Pacheco Monnerat, as aulas terão início no dia 1º de fevereiro: “os interessados em se candidatarem à vaga para os cursos oferecidos devem ficar atentos aos períodos de funcionamento”. Segundo ela, a partir de 15 de janeiro, o Centro de Formação Profissional funcionará das 9 horas às 19 horas; e do dia 18, das 8 horas às 21 horas, sempre de segunda a sexta-feira. Para o período de inscrição, o funcionamento será das 10 horas às 19 horas, “um horário bastante flexível para os interessados possam ter a oportunidade de efetuarem suas respectivas inscrições”, ressaltou.
Inscrições por semestre
Vania frisou ainda que as inscrições servirão para todos os cursos ministrados no primeiro semestre e não mais como era anteriormente, quando as inscrições eram feitas de acordo com o término de cada curso. Segundo ela ainda haverá uma seleção dos candidatos às vagas: “a prioridade é para quem estiver desempregado. Mas avaliaremos outras questões como: o motivo pelo qual optou por determinado curso, sua renda pessoal e familiar, entre outros”, explicou.
Os cursos disponíveis para o próximo ano e suas cargas horárias são: aproveitamento de aparas (112 horas); Cad encaixe (40 horas); Cad criação (40 horas); Corte (112 horas); Costura íntima (168 horas); Costura plana (180 horas); Customização (84 horas); Textura (28 horas); Desenho de moda (100 horas); Desenho técnico (60 horas); Estilo lingerie (120 horas); Iniciação em estilo (108 horas); Modelagem fitness (124 horas); Modelagem íntima (112 horas) e Modelagem plana (180 horas).
O Centro de Formação Profissional e de Transferência de Tecnologia para a Indústria do Vestuário funciona na parte superior da antiga rodoviária Leopoldina (avenida Alberto Braune, 223). Para a inscrição é necessário apresentar originais: carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho, comprovantes de residência, escolaridade e renda familiar. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (22) 2525-9209.
Prêmio Rio Sócio Cultural 2009
O projeto “A Formação do Leitor e a Democratização da Literatura Infanto-Juvenil para Crianças Portadoras de Deficiência Visual ou Baixa Visão Através do Rádio”, coordenado pela friburguense Fernanda de Azevedo Milanez foi um dos vencedores do Prêmio Rio Sócio Cultural 2009.
Para saber mais sobre o projeto e atuar como parceiro, entre em contato com a Fernanda pelo e-mail: milanez21@yahoo.com.br
Oficinas de Artes gratuitas no Campus da UERJ/IPRJ.
Oficinas de Artes gratuitas no Campus da UERJ/IPRJ.
Local: Rua Alberto Rangel, s/no, Campus Regional da UERJ em Nova Friburgo, prédio da graduação, 3o andar, sala 32 do Pólo de Educação a Distância do CEDERJ/UERJ/UAB.
Informações: (22) 25192340
Datas: 03/12/2009, 5a feira, de 14 h 30 min à 16h e 30 min – Oficina de Teatro
04/12/2009, 6a feira, de 14 h às 16 h – Oficina de Aquarela
Teatro com Antonio Pitanga (14:30h às 16:30h, do dia 3/12/2009)
Com o objetivo de estimular a criatividade, os alunos são incentivados a vivenciar jogos e improvisações dramáticas e a interpretar personagens ao mesmo tempo em que desenvolvem a imaginação e a sensibilização corporal e vocal.
Antônio Pitanga estudou arte dramática na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. A interpretação de Antônio Pitanga ganhou destaque em alguns filmes importantes da cinematografia nacional, como em “A grande cidade”(1966). Mais recentemente, atuou nos longa-metragens “Apolônio Brasil- O campeão da alegria”(2003), Hugo Carvana e “Garotas do ABC” (2004), de Carlos Reichenbach. Em 2006, fez “Zuzu Angel”, de Sérgio Rezende e em 2007 fez “O homem que desafiou o diabo” (2007), de Moacyr Góes. Atualmente, Antônio Pitanga está no elenco da novela “Os Mutantes – Caminhos do Coração”, da Rede Record.
A Linguagem da Aquarela- Alberto Kaplan (14:00h às 16:00h, do dia 4/12/2009)
A oficina tem como objetivo abordar a linguagem da aquarela, dotando o aluno de fluência plástica com noções de história da arte e recursos técnicos inerentes à prática.
O curso terá apoio de literatura especializada e exercícios práticos dados pelo professor.
Alberto Kaplan foi professor da geração 80 da Escola de Artes Plásticas do Parque Lage/ RJ e da USP/SP nos anos 90.
Conexão Cultura premiará lan houses que incentivam inclusão digital
Prêmio anunciado pela Fundação Padre Anchieta pretende apoiar uso de centros de internet para desenvolvimento pessoal e formação profissional.
A Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, anunciou a criação do Prêmio Conexão Cultura – A sua história em suas mãos, que vai reconhecer telecentros e lan houses que possuem iniciativas de acesso a benefícios sociais e culturais.
O prêmio, anunciado na terça-feira (24/11) durante a 1ª Conferência W3C Brasil, em São Paulo, busca incentivar os centros de inclusão digital para que se tornem locais de formação profissional e desenvolvimento cultural.
A iniciativa integrará o programa Conexão Cultural, anunciado no começo do ano pela Fundação Padre Anchieta, que aproxima usuários de centros de internet a conteúdos relevantes.
Site: IDG Now!
Data: 25/11/2009
Hora: 16h30
Seção: Internet
Autor: ——
Link: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/25/conexao-cultura-premiara-lan-houses-que-incentivam-inclusao-digital/
Curso superior a distância, gratuito e com a qualidade das universidades públicas do Rio de Janeiro
Para você que quer fazer um curso de ensino superior, mas se preocupa com a falta de tempo, de dinheiro e com a qualidade do curso a escolher, saiba que é possível conciliar seus estudos com outras atividades e ainda garantir um ensino de qualidade e gratuito. O Cederj oferece 3.718 vagas em nove cursos de graduação a distância. São eles: Administração, Tecnologia em Sistemas de Computação, Licenciatura em Ciências Biológicas, Licenciatura em Física, Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Química, Licenciatura em História e Licenciatura em Turismo.
Aliás, você conhece o Consórcio Cederj? O Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro é uma parceria entre as universidades públicas UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ e UNIRIO, o Governo Estadual e as prefeituras do Rio.
Vale lembrar que, ao ser aprovado no vestibular do Cederj, você será um estudante regularmente matriculado em uma das universidades parceiras e realizará o curso de graduação com sistema de tutoria presencial em um dos pólos regionais (inclusive em período noturno e aos sábados) e a distância (por telefone, fax, internet), além de aulas práticas de laboratório; e, ao concluir a graduação, você receberá um diploma igual ao dos alunos presenciais.
Você tem até o dia 29 de novembro para se inscrever no Vestibular Cederj 2010.1, pelo site www.cederj.edu.br/vestibular. Aproveite esta oportunidade!